Conflitos de interesse: o que são e como afetam seus investimentos

O mercado financeiro é repleto de conflitos de interesse que podem prejudicar e muito os seus investimentos.

Talvez essa afirmação seja uma novidade para você. Mas do lado de cá, nós já entendemos há bastante tempo o quanto esses conflitos podem afetar seus investimentos, e decidimos fazer tudo diferente.

Mas isso é papo pra outro momento.

Hoje, vamos entender o que são os conflitos de interesse do mercado financeiro e porque você deve prestar mais atenção nesse ‘pequeno’ detalhe.

O que são conflitos de interesse?

Nesse contexto, podemos definir o conflito de interesses como qualquer prática comercial em que o interesse pessoal dos profissionais envolvidos seja colocado à frente da necessidade do cliente.

Ou seja: estamos literalmente falando sobre interesses entrando em conflito.

É fácil enxergar essas práticas em alguns setores: um médico-cirurgião não pode, por lei, operar um familiar, principalmente porque o envolvimento emocional pode afetar sua capacidade de tomada de decisões.

O mesmo acontece quando falamos dos juízes, que são proibidos de atuar em processos em que familiares estejam envolvidos.

Como você pode observar, há diversos casos em que a própria legislação e os conselhos de ética profissionais determinam quais são as práticas consideradas conflito de interesse em cada uma das áreas, tomando as devidas providências.

Conflitos de interesse no mercado financeiro

No mercado financeiro, assim como em outras áreas, os conflitos de interesse podem ter algumas consequências… e a má notícia, é que essas consequências afetam diretamente o seu dinheiro.

O principal problema é que a maioria das práticas são totalmente normalizadas nesse mercado.

Quer um exemplo?

É bastante comum que os profissionais envolvidos na venda de produtos financeiros trabalhem por comissões a partir de metas batidas.

Com isso, esses profissionais acabam por oferecer investimentos que nada têm a ver com seus clientes, unicamente com o objetivo de converter a compra e, assim, ser remunerado.

E o investidor, como fica?

Além acabar com um investimento que não faz sentido pro próprio perfil em seu portfólio, também tem uma parte da sua rentabilidade “roubada”, que vai pro bolso da empresa, gestores, assessores… uma infinidade de agentes. Tudo isso através das taxas cobradas por transações.

Essas taxas, inclusive, são uma prática que pode se encaixar na definição de conflito de interesse quando falamos de ações: partindo do princípio que muitas instituições cobram taxas para cada uma das transações feitas no mercado de ações, há um incentivo para que o investidor realize diversas operações, resultando em um valor maior pago em taxas de corretagem.

Onde a Hurst entra nisso tudo?

Como pontuamos no início desse post, nós aqui na Hurst percebemos como os conflitos de interesse podem afetar seus investimentos há bastante tempo.

É por isso que, desde o início, lutamos contra isso, e começamos por cortar todo tipo de intermediário que pudesse interferir nos seus lucros.

Aqui, não tem agente, assessor, gestor, gerente… ninguém que possa lucrar em cima do seu investimento.

É da Hurst para você, direto.

Além disso, prezamos pela transparência, sem nenhum tipo de taxa escondida ou valor cobrado a parte.

Para conhecer nossas operações de Ativos Reais, acesse: https://hurst.capital/operation/

Originalmente publicado em: https://blog.hurst.capital/blog/conflitos-de-interesse

Arthur Farache

Advogado e Empreendedor: mais de 12 anos de experiência em instituições financeiras internacionais e escritórios de advocacia (Citi e Machado Meyer). Criou diversas fintechs, inclusive a Desfixa - Renda Fixa, vendida em 2017 Estudou no Insper, Unifor e na USP.
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